As regras são suas
Você descreve a política em linguagem clara — o que é crítico, quem avisar, quando reprocessar sozinho, quando parar e chamar gente. O agente aplica; a regra fica versionada e auditável, não presa na cabeça de alguém.
Quatro produtos, todos em produção hoje. Você contrata a plataforma inteira ou começa por um só.
Um portal seu, com os relatórios embarcados dentro dele. Uma única capacidade atende a empresa inteira. O controle de quem vê o quê fica com você, não com a Microsoft.
Não é só disparar carga no horário. O agente usa as ferramentas que a sua equipe já usa: abre card no Trello quando a carga falha, atualiza o chamado no helpdeskquando resolve e avisa por e-mail quem precisa saber.
Você descreve a política em linguagem clara — o que é crítico, quem avisar, quando reprocessar sozinho, quando parar e chamar gente. O agente aplica; a regra fica versionada e auditável, não presa na cabeça de alguém.
Cargas agrupadas em ondas, dependência carga a carga em DAG com detecção de ciclo no servidor, publicação como deployment, execuções com log e cancelamento. Toda escrita deixa trilha de auditoria.
Cada execução deixa uma lição, gravada em disco. A lição que se repete vira skill: código permanente que o agente carrega quando a tarefa pede.
Uma lição que reaparece duas, três vezes deixa de ser anotação e vira skill: uma pasta com instruções, referências e scripts que o agente carrega só quando a tarefa pede.
Autônomo dentro de uma cerca. As metas, as permissões, os critérios de aceite e a responsabilidade continuam sendo humanos — o agente tem autonomia no caminho, não no destino.
Seus dados viram tabelas Delta Lake no seu próprio bucket, com transação e histórico. O Delta Sharing entrega por protocolo aberto: qualquer ferramenta compatível lê, sem gateway no meio e sem ficar preso a fornecedor.
O banco transacional é lido só na extração, em modo somente-leitura. O consumo analítico bate no lake — o operacional não sofre concorrência de BI.
Delta traz transação e histórico. Dá pra saber o que a tabela dizia ontem, e reproduzir um número que alguém contestou.
Bucket fechado; o que sai são URLs assinadas de vida curta, por token. Cada consumidor enxerga só o recorte que lhe cabe.
O agente atende em vários canais e passa para uma pessoa quando precisa. Dispara os indicadores no horário combinado. E responde perguntas em português, com o número saindo da base.
O mesmo agente atende no WhatsApp, no chat do portal e no widget do site. Quando a conversa passa do que ele resolve, transborda para atendimento humano com o histórico junto.
Indicadores e campanhas disparados no horário definido — inclusive com gráfico animado gerado na hora. O número chega antes de alguém pensar em pedir.
O agente lê o esquema, escreve a consulta e o harness roda contra o dado real, conferindo o resultado. Falhou o veredicto, refaz. Não existe resposta que não tenha passado pela verificação.
O modelo dos dados vira grafo determinístico: tabela é nó, chave compartilhada é aresta. Sem embedding, sem índice vetorial — um mapa que se percorre e se explica, e a junção sai certa porque a relação foi provada, não estimada.
O que já foi perguntado responde direto do dado, sem consumir token. O modelo entra quando a pergunta é nova — e mesmo aí, só para montar a consulta e escrever a frase.
Descreva o cenário e a gente monta uma demonstração em cima dele — com o caminho, o prazo e o que dá pra provar já no primeiro ciclo.